sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Piada Pronta... e Sonora

Eu usava a piada para times que estavam na "zona", pois a canção faz referência a ela. Eu me referia à do rebaixamento em campeonatos de futebol. Odair José se refere à outra zona. Um jornal de Salvador fez a analogia sem citar a zona, menciona a série B, onde está o Bahêa e de onde o contratado, xará do cantor, teria intenção de tirar o tricolor.

Com ou sem zona, o importante mesmo é não ficar no lugar, não é? Sempre evoluindo, eis a canção...



... e não interessa o que os outros vão pensar.
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Dança dos Números


Um está na zona de rebaixamento, o outro se aproxima e, de repente, aparece a solução :

UM JOGO DE SEIS PONTOS!

Para completar o disparate, só faltar dizer que basta ganhar de meio a zero.

E não adianta fazer conta daqui e dali pra justificar a baboseira. Jogo de futebol vale três pontos em caso de vitória, ficando o perdedor sem pontuar e, em caso de empate, cada um leva um ponto. Pronto, só isso!

Deve ter sido alguém na TV ou no rádio que lançou essa maravilha. Suponho que a conta seja algo como "eu marco 3 pontos, meu adversário deixa de marcar 3 pontos e, assim, 3+3=6". Ah, tem um agravante: ao que parece, a conta só se aplica ao confronto de times que estão próximos na tabela de classificação.

Toda paixão é assim: sempre se faz besteira por ela. E quando dela se tira vantagem, surgem os exageros.

O lado bom é que não precisa avisar aos concorrentes que há times burlando o regulamento, pois já é sabido que todos conhecem essa conta e deixam bem claro em seus discursos repetidos.

Meio a zero e seis pontos num jogo de futebol mas, mesmo assim, a vida segue, ponto a ponto, sem impedimento.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Palavras Sem Quadro

O quadro da semana não trouxe nenhuma alteração em relação ao anterior. Assim, as palavras de quinta, dessa semana, chegam sem "enquadramento":

Hoje tem lançamento de livro e aniversário, logo, tem reunião de amigos e tem álcool etílico. Sem caranguejo, mas tem álcool etílico, lúpulo, cevada e, quiçá, malte. Porra! Lembrei da cerveja Malt 90! Não, eu nem bebia ainda... ou bebia? Enfim, não lembro.

Aliás, vendo TV, eventualmente, sempre descubro que muitas pessoas, em seus próprios e distorcidos conceitos, imaginam que sou um crápula. Sim, nos programas policiais, sempre as entrevistadas exaltam qualidades dos finados assim: "era uma boa pessoa: não bebia, nem fumava." Quando o defunto bebia, fazem questão de dizer assim: "ele bebia, tomava a cervejinha dele, mas não fazia mal a ninguém." Pô, só presta quem não bebe nem fuma?!

Agora que a lei antifumo do Serra espirrou aqui, no Ceará, eu terei momentos de "boa pessoa" - se não pode fumar, eu bebo refrigerante. Ôba! Subida no conceito.

Lei Seca, Lei Antifumo... a primeira é boa e justa, a segunda é justa e ruim, pois pune os estabelecimentos. Pelo menos, no Ceará, respeitam a área de fumantes. Menos mal.

Vou pra São Paulo, só pra acender um cigarro no Palácio do Governo, afinal, já não sou mesmo uma "boa pessoa"... deve ser hora de cometer infrações e deixar a punição pros outros.

Como se diz aqui no Ceará: EITA, MÁ!

E ela continua, entre boas e más pessoas, entre hábitos saudáveis e nocivos, entre apelidos carinhosos e bullying, a vida sempre continua.

Um salve pro Chupeta de Baleia, pro Besouro do Cão, pra Seca do Quinze, pro Esqueleto da Amazônia, pra Perna de Seriema, pra Bolacha Cream Cracker, pro Bucho de Cará, pro Orelha de Nós Todos, pro Olho de Jipe, pro Cara de Areia Mijada, pra Boca de Biquara, pro Tamborete de Forró e, claro, pro Cabecinha.

Pronto, só isso.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Beautiful Broken Belly


Ela é Lizzi Miller, a revista é Glamour.

Ela é linda, o "buchin quebrado" é lindo e ela nem come farinha!

Só não se sabe se ela está rindo por causa da aparentemente fria superfície em que sentou.
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Metáfora Colorida







A situação não é boa, mas também não é para tanto. É sabido que é uma metáfora, mas o momento é delicado, a situação é de emergência, há dependência de fatores externos, ano passado aconteceu o mesmo, há influência de ações passadas... ôpa, tá ruim mesmo! Transfusão recomendada, mas cuidado, pois o sangue pode ter sido contaminado por rebaixamentos do Guarani.

Bom, o treinador (do momento) já riscou palavra rebaixamento, já rejeitou proposta para sair, já viu o time perder em casa, já mudou o time, mudou de novo, vai jogar fora de casa no sábado e a torcida tem uma carga histórica de arrogância, soberba e outros males adjacentes ao sentimento de que são "elite", de que têm sangue azul. Tá bom?

Não, não está. No próximo ano tem Copa do Mundo e, como há muito não acontecia, a seleção nacional está prestes a se classificar com antecedência. Para alinhar algo mais nesse futebol, falta um par, pelo menos, de ajustes:

Fortaleza e Fluminense, em viradas de mesa institucionais, subiram de divisão a convite, com apelo de lado a lado, canetadas e influência de políticos. Assim, falta a volta dos dois às séries C e B, respectivamente.

Pode dar o sangue, pode não dar... não vai morrer mesmo. Nunca morrerá.

Para ilustrar um desejo, uma imagem, de uma "blusinha", com direito a farol aceso - eu disse farol, não lanterna:

Heeeeeeeein?








Como é bom saber que se pode denunciar.

Como é ruim saber que não adianta nada!

Vizinho desagradável é a praga das pragas e, seja em casa ou apartamento, essa praga em condomínio é imbatível.

O jornal O Povo fez um mapa das denúncias. Igrejas, residências, mercadinhos, carros de forrozeiros e afins povoam o mapa. Só não vai receber a minha contribuição porque nem me atrevo a citar a furadeira dominical do vizinho de cima, pois descobri que ele nega.

Isso é que é sorte: juntar na mesma pessoa a cara de pau, o desrespeito e a falta de dignidade para assumir. Sem falar que ele me encontra no hall e pede desculpas pelos barulhos que o filhinho dele faz - a criança só cai e chora.

Mesmo assim, a vida continua, afinal, para quem aguenta os programas de TV, não é uma Black & Decker que vai desanimar. Um dia, os furos dele se acabam... ou não.
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Manda?!









A manchete diz, mas nem dá pra fazer isso! Como o Estado demitiria, se são terceirizados e, portanto, funcionários de uma empresa?

Bom, parece que o jornal só queria chamar atenção, pois na matéria usa os termos "afastar" e "anular contrato de terceirização". Essa é a parte boa. A ruim é que, de fato, eles serão demitidos.

A medida da Justiça do Trabalho visa forçar contratação de concursados;

A manchete visa vender mais jornal e eu viso ...

... deixa quieto, tá tudo na mesma!
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