terça-feira, 23 de março de 2010

Aprendendo


Talvez nunca tivesse lido a palavra "tacha", com esse significado e, claro, veio a dúvida. A solução estaria no dicionário...







Mesmo assim - até admitindo haver "qualidades negativas" - continuou o dicionário:








Enfim, terei que tachar o dicionário de mau taxador, ainda taxá-lo de incoerente tachador ou adotar a melhor das opções: não usar mais essa palavra quando couber em qualquer contexto que não seja tributário.

Complicação da Língua Portuguesa é pouco quando já se tem tanta coisa para se preocupar.
.
.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Privilégio


Quantos e quantos filmes que de nada serviram já foram feitos?

Quantos e quantos não se habilitam a papéis rejeitados por Gibson?


Certos patamares, determinadas posturas são privilégio de pouquíssimas pessoas. Prerrogativas de pessoas "felizes" saltam aos olhos dos normais, que vêem tudo de baixo para cima e vislumbram utopia ao se imaginarem degraus acima.

Nossa sociedade faz exigências, dita regras, impõe modelos do que chama de sucesso, fadando todos os "rebeldes" ao fracasso. Somos gordos, somos feios, somos inferiores ou de cor, ficamos à margem e ainda temos que aplaudir os "exemplos"?

Se a base desse modelo não fosse a inveja, talvez ainda desse tempo de mudar... mas suscitar inveja não é fácil quando se tem ojeriza à palavra ambição, quando se pensa que competir não é melhor do que cooperar, quando se vê robôs tomando lugares de humanos e, pasmem, esses robôs são os próprios humanos, com gestos repetidos, carreiras a seguir, trilhos a percorrer sem que a bitola lhes sirva e com mentes cada vez mais niveladas, no alto dos seus MBAs de cartilha mercadológica, na rala singularidade e semelhança de suas ideias - mesmas ideias, mesmos "gurus".

Não se pode, claro, fugir da vida em sociedade, mas ser normal não é ser infeliz. Não é o almejar postos mais altos que o torna bom no que faz, é o prazer de estar ali por seus méritos, com seu suor, em qualquer nivel hierárquico ou fora deles. Não é o prazer de superar alguém que o deve fazer delirar, pois isso é compensação da cíclica angústia que lhe é imposta quando é você o superado.

Voltando um pouco no tempo e exacerbando o regionalismo da Língua, o melhor comentário à fala de Mel Gibson seria:

"Quero ver dizer isso é liso!"

Talvez por isso, o importante é ser feliz, mesmo que sua felicidade seja trazida por gestos simples, não carros luxuosos; por sorrisos sinceros, não por dígitos no saldo da conta bancária; por felicidade de quem lhe quer bem, não por interesses egoístas; por atos dignos, não por status; por vento na face, não por botox nos lábios, por palavras próprias e não por discursos revisitados.

Bom mesmo seria dizer "quem pode, pode... quem não pode... tem suas razões".
.
.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Só Lembranças...



Sem mais...

Espelho Seu

Espelho, espelho meu, meu conteúdo é igual ao dele ou o dele se assemelha ao meu?

Tudo bem que é fácil acontecer, pois são os destaques do dia e isso deve se repetir na voz do Sr. Bonner, mais tarde. Mesmo assim, essa "parceria" fica muito na cara, não?

No mesmo instante, o Terra dava destaque à lesão de Robinho, ao crustáceo achado pela Nasa e ao lançamento da candidatura de Serra. Estranhei. Cheguei atrasado e eles já haviam mudado os destaques?

Como tudo tem um lado bom, basta esperar que um dos dois (G1 ou Folha) comece a listar os "poréns" que se contraporão aos doloridos destaques que tiveram que dar a tais assuntos.

Eu aposto na lesão do Robinho. Meio bloco de JN mais tarde já vai ajudar muito. Outro meio bloco com cassação e/ou cateterismo de Arruda. Arruda ex-DEM, expurgado do partido, claro, e sem qualquer ligação com as aves bicudas. Não, não deixarei link com matéria insinuando Arruda como vice de Serra ou o lema "vote num careca e ganhe dois".

A vida continua, sempre.
.
.

Bruno? Eita, Mã



Bruno, explica aí, véio? Tem como?

Aproveitaram o vanguardista uniforme rosa e já inventaram maiô pro "time do Luxemburgo"?

Tem Maria na redação do Terra, na Topper ou no marketing do Galo?

Explica-se ou não?

Ou o maiô seria para as "acompanhantes" usarem durante a concentração?

A moça é uma beleza, nem precisa de explicação.

De moda, entendo tanto quanto de alcorão ou bíblia (nada), portanto, não precisa explicar por que esse maiô tem faixa preta. Vai que é pra lutar em piscina de gel, sei lá. O importante é que se afasta fácil, mas explica a legenda aí, mã, vai lá, vai lá...


*Com contribuição de Aldy.

sábado, 13 de março de 2010

Nunca Foi








O problema é a ressaca, a dor de cabeça, o não lembrar de nada, a carteira vazia (não no caso dele), a boca seca, o arrependimento, os hematomas pelo corpo e avarias no carro (caso dele) ...

... a parte boa é a doçura que a água adquire, a recuperação com uma cerveja bem gelada e tudo outra vez.

Álcool nunca é problema, o problema é não saber beber.
.
.

sexta-feira, 12 de março de 2010

E Nós?


Discussões, polêmicas, teses, exemplos e nós, na arquibancada, não podemos beber porque é proibido?!

Libera que a galera promete beber só uma taça de vinho - se não for engarrafado em PET - ou um copo de cerveja por refeição (cada naco de churrasquinho é uma refeição, né?).
.
.